Amina, da Companhia de Dança do Seixal, é a segunda peça do ciclo “A Coleção do Meu Pai” (2023–2033).
É produzida pela Sete Anos, e parte do livro Cerromaior, de Manuel da Fonseca, para olhar para um território em particular, a Margem Sul, um território na periferia dos centros de poder, habitado por pessoas cada vez mais diversas entre si, mas unidas por um fator comum: a opressão do capitalismo no seu longo estertor.
Deixámo-nos contaminar por outras referências, como a peça Mesa Verde de Kurt Jooss, o livro Dias Úteis de Patrícia Portela, e as vozes e as palavras do Grupo de Ação Cultural – Vozes na Luta.
É uma peça composta por vários jogos onde a palavra, o beat, o corpo e a manipulação de objetos dão a ver uma veracidade possível deste território e o seu respetivo pulsar.
Ficha artística e técnica:
Direção artística: Cláudia Dias
Texto: Coletivo
Interpretação: Beatriz Rodrigues, Cláudia Dias, Mayara Pessanha, Roge Costa e Xullaji
Música original: Xullaji
Direção técnica e iluminação: Nuno Borda d’Água
Técnico de Som: Ruca Lacerda
Figurinos: Aldina Jesus Atelier
Maquete: José Borges e Mayara Pessanha
Vídeo de cena: Mayara Pessanha
Comunicação e imprensa: Raquel Cunha
Fotografia: Alípio Padilha
Vídeo: Miguel F
Direção de produção: Lina Duarte
Produção: Sete Anos
Coprodutores: Câmara Municipal do Seixal, Câmara Municipal de Matosinhos / Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, TAGV-Teatro Académico de Gil Vicente
Coprodução em Residência: O Espaço do Tempo
Apoios: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian
Parceiros: Casa da Dança (Almada), Clube Recreativo e Desportivo de Miratejo