No ANO 2200, o planeta é agora uma súmula de cápsulas de oxigénio em que os humanos se viram obrigados a viver.
É o resultado de séculos de um autoritarismo cínico, de uma liberdade aparente que estrangula os corpos, silencia a cultura e fabrica armamento.
Neste espetáculo, Maria de Vasconcelos ergue uma realidade apocalíptica através de uma fusão de técnicas visuais e teatrais (sombras, teatro físico, entre outras) que precipita o espectador para uma reflexão urgente.
Organização: Companhia Mascarenhas Martins