Nos próximos dias 28 e 29 de março, o LU.CA – Teatro Luís Camões, recebe o Festival Play – Conseguimos ser felizes. Histórias diferentes, que refletem sobre como olhamos para o mundo – e como o mundo nos olha de volta.
Há quem tire tantas selfies que até desaparece, quem passe o Verão a inventar histórias com as amigas e até quem encontre sapos de loiça que têm muito para dizer sobre o que é justo e o que é errado.
Histórias diferentes, mas que falam sobre o mesmo: como é que olhamos o mundo – e como o mundo nos olha de volta.
Ninguém
Job, Joris & Marieke, Países Baixos, Netherlands 9’15’ (Animação VO Neerlandês, Legendas em PT)
Florian, um obsessivo instagrammer, quando tira demasiadas selfies fica invisível. Terá de encontrar uma solução para manter os seus queridos seguidores.
Conseguimos fazer um filme
Tota Alves, Portugal, 15’ (Imagem Real, V.O. Português, Leg. ING)
Maria Inês vive as primeiras brisas de amor numas férias de Verão. Acompanhada das amigas, passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme.
Corre Adela
Alba Pino, Espanha, 8’ (Imagem real V.O Espanhol, Leg PT)
Adela só quer jogar futebol e fazer parte da equipa. Mas, no meio de um jogo, acontece algo que muda tudo e Adela tem de fugir, sabendo que nada voltará a ser como antes.
Morte ao biquini
Justine Gauthier, Canadá (Imagem real V.O Francês, Leg PT)
Lili, de 10 anos, revolta-se quando os pais a obrigam a usar um biquíni.
Uma Curta Sobre Crianças
Ibrahim Handal, Palestina, 10’ (Imagem real V.O Árabe, Leg PT)
Quatro crianças do campo de refugiados em Belém decidem visitar o mar pela primeira vez na vida.
Balada de um Batráquio
Leonor Teles, Portugal, 12’ (Imagem real, VO Português)
Tal como os ciganos, os sapos de loiça não passam despercebidos a um olhar mais atento. Balada de um Batráquio surge assim num contexto ambíguo. Um filme que intervém no espaço real do quotidiano português como forma de fabular sobre um comportamento xenófobo.