Lá na avó, é aonde chamo casa.
Lá que me nutro, lá que me encho de amor e sabedoria. Baú de tesouro das mulheres que somos mesmo em corpo de homem.
Lá, na avó aonde chamo casa, ancestralidade não é palavrão nem palavra banal, tem peso de passado bem presente com olhos no futuro.
Força e fraqueza, solidão e multidão, lá!
Ficha Técnica
Criação: Selma Uamusse e Filipa Duarte | Interpretação: Filipa Duarte | Desenho de Luz e Operação Técnica: Enzo Ballaré | Fotografia: Patrícia Blázquez | Comunicação e Imagem: Ana Veiga | Produção: Boutique da Cultura
Espetáculo inserido na 1ª edição do FM – Festival de Monólogos da Boutique da Cultura.