Começou por ser um ciclo de leituras de textos dramáticos. Uma vez por trimestre, durante dois anos, receberam vários dramaturgos/as com linguagens diferentes. Tornou-se uma espécie de laboratório de partilha artística entre a Mascarenhas-Martins, o público e os autores (e suas equipas) convidados.
Em 2024, o projeto altera-se significativamente. Passa a chamar-se O texto (ainda) não morreu e concentra-se num fim-de-semana onde, além das habituais leituras, haverá mesas redondas, palestras, uma sessão de leitura aberta a todos, entre outras atividades.
José Maria Vieira Mendes, Rui Pina Coelho, Lígia Soares, Marco Mendonça e Maria Giulia Pinheiro são alguns dos participantes.
Organização: Mascarenhas-Martins.