A ópera original “A Arte Suprema” pretende unir duas formas de arte distintas, a ópera e a novela gráfica, baseando-se na novela gráfica homónima de Rui Zink e António Jorge Gonçalves, premiada em 1997, no Festival da Amadora como melhor livro do ano.
Esta ópera é o último capítulo da trilogia da Companhia de Ópera e Artes Contemporâneas – AREPO, depois das óperas “Não há machado que corte” e “O meu amor é – uma ópera para Natália de Andrade”, apresentadas, respetivamente, em 2022 e 2024, em espaços culturais do Município de Mafra.
Intérprete: Companhia de Ópera e Artes Contemporâneas – AREPO
