Durante três dias, entre 28 e 30 de junho, o Parque da Cidade do Barreiro volta a receber o Jazz no Parque. A 4ª Edição do festival vai levar ao barreiro nove concertos, num cartaz com grandes músicos do jazz nacional e internacional.
O evento é organizado pela Câmara Municipal do Barreiro, com a curadoria do músico, compositor e professor barreirense Jorge Moniz.
Programa de dia 28:
22h00
Septeto Tomás Pimentel, com Tomás Pimentel – trompete, Ricardo Toscano – saxofone alto, Edgar Caramelo – saxofone tenor, António Pinto – guitarra, João Paulo Esteves da Silva – piano, Mário Franco – contrabaixo e Mário Barreiros – bateria.
Tomás Pimentel, uma das grandes referências do Jazz Português, formou este septeto em 1991. Neste grupo, Pimentel procura uma sonoridade orquestral, não deixando de parte a improvisação, em que o discurso individual assume um papel preponderante na criação de diversos ambientes sonoros.
Pimentel é um trompetista versátil, tendo já colaborado com os mais diversos projetos desde “Decateto de Mário Laginha”, Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal, Jorge Palma, Sérgio Godinho, Rodrigo Leão, Tito Paris, Vitorino, José Mário Branco, Fausto, Pedro Abrunhosa, entre muitos outros.
23h30
L.U.M.E. – Lisbon Underground Music Ensemble, com Marco Barroso – composição, direção e piano, Manuel Luís Cochofel – flauta, Paulo Gaspar – clarinete, João Pedro Silva – saxofone soprano, Tomás Marques – saxofone alto, Gonçalo Prazeres – saxofone tenor, Gabriela Figueiredo – saxofone barítono, Gileno Santana, Jéssica Pina, João Silva – trompetes, Rúben da Luz, Eduardo Lála, Mário Vicente – trombones, Miguel Amado – baixo elétrico e João Sousa – bateria
O L.U.M.E. – Lisbon Underground Music Ensemble é um coletivo de 15 músicos liderado pelo compositor Marco Barroso, que tem por objetivo a criação de um espaço de expressão de música original num contexto orquestral particular.
Constituído por alguns dos músicos mais experientes da cena jazz e erudita nacionais, L.U.M.E. é uma proposta verdadeiramente original. Seja por uma dramatização das práticas e vocabulários que passam pelo jazz, rock ou música erudita, seja pela incursão no experimentalismo, a música do L.U.M.E. reconstrói, de forma original e pertinente, a carga patrimonial do “bigbandismo”, fugindo assim aos seus padrões mais convencionais e abrindo novas e refrescantes perspetivas estéticas.