Quando nasceu, em Málaga, uma cidade espanhola cheia de sol, mal lhe puseram um lápis na mão, Picasso começou a desenhar e nunca mais parou.
Para ele, desenhar e pintar eram coisas mágicas, porque tanto faziam representar o que existe como aparecer o que ainda não havia, isto é, o que se inventava.
Uma peça de Pedro Proença e Teresa Gafeira para a Companhia de Teatro de Almada.
Ficha Artística
Companhia de Teatro de Almada
Uma criação de Pedro Proença e Teresa Gafeira
Interpretação: João Maionde, João Farraia, Maria do Ó, Pedro Walter e Vasco Paixão
Cenografia e figurinos: Pedro Proença
Desenho de Luz: José Carlos Nascimento
Desenho de som: André Oliveira
Movimento: Cláudia Nóvoa
Narração: Diana Antunes e Irís Antunes
Créditos fotografia: Rui Mateus | TMJB