Facebook Linked In Whatsapp Mais opções
imagem de destaque

Teoria King Kong

A peça de teatro Teoria King Kong, tal como a obra da escritora francesa Virginie Despentes, apresenta-se como um manifesto de teor feminista.

Uma atriz sobe ao palco para dar voz a mulheres que rejeitam o papel de vítimas e afirmam a sua liberdade sem pedir desculpas.

Este espetáculo, da Companhia de Teatro de Sintra, oferece uma abordagem contemporânea às opressões de género, através de um monólogo intenso que aborda temas como sexualidade, violência e identidade.

A figura de King Kong é usada como metáfora de resistência à normatividade de género, desafiando conceitos pré-estabelecidos sobre o que significa ser mulher ou homem no século XXI.

O espetáculo, que tem o apoio da Câmara Municipal de Sintra, convida o público a refletir sobre questões identitárias, explorando tanto o modelo binário como o não binário, e a compreender as diversas correntes do feminismo, desde o feminismo “inclassificável” de Despentes até à chamada quarta vaga feminista.

Ficha Artística e Técnica
Criação: Companhia de Teatro de Sintra
Texto: Virginie Despentes
Tradução: Luís Leitão
Encenação/Adaptação/Dramaturgia Paula Pedregal
Interpretação: Rita Loureiro
Design de Cena: Luís Santos
Design de Luz: Catarina Côdea
Música/Paisagem Sonora/Vídeo: Abel Arez

Produção: Chão de Oliva
Direção de Produção: Nuno Correia Pinto
Produção Executiva: Nisa Eliziário
Secretaria de Direção e Produção: Cristina Costa
Execução e montagem cenográfica: Luiz Quaresma
Operação Técnica de luz e som: Ton Bonassa
Direção de Comunicação: Susana C. Gaspar
Design e Comunicação: Gonçalo Pereira
Assessoria de Imprensa: The Square
Direção Artística do Chão de Oliva: Nuno Correia Pinto, Paula Pedregal e Susana C. Gaspar

Saiba mais AQUI.

Actualizado a 30/07/2025
To top