Durante o mês de fevereiro, o Museu da Amadora promove diversas visitas orientadas ao património do concelho da Amadora: à exposição temporária “A Festa da Árvore na Amadora. 1909, 1910 e 1913″, ao jardim e casa Roque Gameiro, e ao espaço de coleções, memórias e curiosidades de José Neiva Vieira.
11 fevereiro (quarta-feira) | Visita Orientada à exposição temporária “A Festa da Árvore na Amadora. 1909, 1910 e 1913″
Horário: 15h00/16h30
No espírito dos ideais republicanos que se sentiam nos alvores do século XX, a Festa da Árvore propagava o culto da natureza, a educação, a fraternidade e o amor à Pátria, através de plantações festivas e ritualizadas, que mobilizavam as elites locais e as crianças e professores das escolas oficiais e particulares por todo o país. Nesta visita propomos uma viagem no tempo até à Amadora de 1900, dando a conhecer os contextos de desenvolvimento político, social e económico que potenciaram as várias edições da Festa da Árvore na Amadora e os seus principais protagonistas: Azevedo Neves, Delfim Guimarães, Alfredo Roque Gameiro e José Santos Mattos, entre muitos outros.
Local: Núcleo Museológico do Casal da Falagueira
14 fevereiro (sábado) | Visita orientada ao jardim da Casa Roque Gameiro
Horário: 15h00/16h30
A Casa Roque Gameiro constitui um exemplar único no Concelho da Amadora, cuja arquitetura e decoração remete para o conceito de ‘casa portuguesa’, nos seus jardins encontramos a Rota das Plantas, um conjunto de placas que identificam a vegetação envolvente, e a Rota das peças cerâmicas de Bordallo Pinheiro, que povoa o jardim com animais gigantes.
Local: Casa Roque Gameiro
18 fevereiro (quarta-feira) | Visita orientada à Casa Roque Gameiro
Horário: 15h00/16h30
Visita à Casa Roque Gameiro e à exposição temporária “Modelos Vivos da Lisboa Velha. Alfredo Roque Gameiro”.
Local: Casa Roque Gameiro
21 fevereiro (sábado) | Visita orientada ao “Espaço de coleções, memórias e curiosidades de José Neiva Vieira”
Horário: 15h00/17h00
José Neiva Vieira possui uma ligação afetiva à natureza que atravessa toda a sua vida profissional e pessoal. A sua paixão pela Árvore, levou a que fosse dos primeiros nomes a dedicar-se à investigação sobre a Festa da Árvore e a reunir ao longo de décadas uma vasta e diversificada coleção sobre a temática. No âmbito da Exposição temporária “A Festa da Árvore na Amadora. 1909, 1910 e 1913.”, patente até 10 de maio no Núcleo Museológico do Casal da Falagueira, propomos uma visita orientada pelo seu “Espaço de coleções, memórias e curiosidades”.
Ponto de Encontro: Largo de São Domingos junto à Igreja – Lisboa