Aprovada por unanimidade pelo Conselho Metropolitano de Lisboa, a adesão à Rede Nacional de Cidades e Vilas Resilientes reforça o compromisso estratégico regional na prevenção do risco, adaptação às alterações climáticas e sustentabilidade urbana até 2030. A iniciativa assume, por isso, um papel de elevada importância estratégica para o território metropolitano, consolidando uma visão integrada e articulada nos domínios da segurança, proteção civil e adaptação às alterações climáticas.

Com esta adesão, a Área Metropolitana de Lisboa alinha-se com as melhores práticas internacionais e, nas palavras da secretária metropolitana Cristina Escórcio “reforça o seu papel na compreensão e governação do risco a nível local e regional, na promoção de investimentos estratégicos na área da resiliência urbana e na capacidade de resposta a emergências, e, também na articulação entre a administração central e os governos locais, através da valorização e partilha de boas práticas”.
A iniciativa, lançada sob a coordenação do Escritório das Nações Unidas para a Redução do Risco de Catástrofes, funciona como um instrumento crucial para ajudar a transformação das cidades em espaços inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.
Foi concedida como um instrumento de implementação para ajudar a compreender o risco de catástrofe, reforçar a governação de risco, e investir na redução do risco e na melhoria da preparação e resposta à emergência.
Esta iniciativa encontra-se alinhada com outros referenciais globais, como o Acordo de Paris e a Nova Agenda Urbana.
A participação da AML surge também em consonância com a recente criação da Secção de Municípios Resilientes, da Associação Nacional de Municípios Portugueses, na qual a AML se encontra representada através do Município de Odivelas.