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Municípios mostram o que está em desenvolvimento para as comunidades desfavorecidas em encontro metropolitano

Os primeiros resultados do plano metropolitano de apoio às comunidades desfavorecidas da Área Metropolitana de Lisboa vão ser dados a conhecer no dia 29 de setembro.

Os primeiros resultados do trabalho que está a ser feito no âmbito do plano metropolitano de apoio às comunidades desfavorecidas da Área Metropolitana de Lisboa vão ser dados a conhecer no dia 29 de setembro, a partir das 9h30m, no Fórum Lisboa.

O primeiro encontro “Comunidades em Ação – Operações Integradas metropolitanas” irá debruçar-se sobre o trabalho em curso nas operações locais protagonizadas pelos municípios de Lisboa, Amadora e Odivelas.

Terá uma mesa-redonda onde se discutirá a importância do plano Comunidades em Ação enquanto instrumento territorial de regeneração social e um painel a importância das operações locais para o desenvolvimento das comunidades.

Fará o encerramento o secretário de estado do Planeamento, Eduardo Pinheiro.

A parte da tarde será preenchida com visitas a territórios onde decorrem estas intervenções, nomeadamente Santa Clara (Lisboa), Encosta do Sol (Amadora) e Pontinha e Famões (Odivelas).

Programa do Encontro

Inscrição gratuita obrigatória, aqui (limitada à capacidade da sala).

Este será o primeiro de seis encontros bianuais, que decorrerão até ao último trimestre de 2025, e que abrangerão o trabalho desenvolvido na totalidade dos 18 municípios da área metropolitana de Lisboa.

Comunidades em Ação – Operações Integradas Metropolitanas

O plano, que conta com um financiamento de 121,5 milhões de euros por parte do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, será aplicado em 31 operações locais, em todos os municípios da área metropolitana de Lisboa, até dezembro de 2025.

As verbas estão a ser aplicadas em intervenções físicas e em ações imateriais, de acordo com as características, problemas e oportunidades de cada comunidade, que esteve e está envolvida no planeamento e implementação das operações, para que as soluções encontradas sejam respostas efetivas às suas preocupações.

O plano está estruturado para dar respostas em sete eixos de intervenção, onde se concentram diversas vulnerabilidades sociais e económicas: ambiente e valorização do espaço público, cultura e criatividade, educação, cidadania e empoderamento das comunidades, emprego e economia local, saúde e dinamização social.

Actualizado a 3/10/2023
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