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Evento sobre habitação vai dar a conhecer Diagnóstico das Condições Habitacionais Indignas na AML

O Diagnóstico das Condições Habitacionais Indignas da Área Metropolitana de Lisboa vai ser apresentado amanhã, dia 15 de novembro, a partir das 14h30, na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, no âmbito da iniciativa “Os caminhos e desafios para a habitação na área metropolitana de Lisboa”.

O estudo, inédito, configura o primeiro levantamento das condições habitacionais indignas, realizado à escala metropolitana, e foi produzido para a Área Metropolitana de Lisboa por uma equipa da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, liderada por Ana Pinho, Luís Carvalho e David Vale. 

O diagnóstico permitiu um levantamento atualizado e exaustivo dos agregados em condições habitacionais indignas, que persistem, atualmente, no território metropolitano, e é, nas palavras do primeiro-secretário metropolitano, Carlos Humberto de Carvalho, “um contributo para esclarecer a dimensão dos problemas complexos, e dos exigentes caminhos que temos todos de percorrer, para os resolver, no todo ou em parte”.

O programa da iniciativa “Os caminhos e desafios para a habitação na área metropolitana de Lisboa” contempla ainda uma mesa-redonda intitulada “Carências habitacionais na área metropolitana de Lisboa – Que Soluções?” moderada pela redatora do Jornal de Negócios, Filomena Lança.

A mesa-redonda terá a participação de Rui Estríbio, do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, Ana Vitória Azevedo, da Santa casa da Misericórdia de Lisboa, Jorge Malheiros, do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território e Frederico Arruda, da Refundos e da Urban Land Institute.

O evento conta ainda com a presença de Marina Gonçalves, secretária de estado da Habitação, Carla Tavares, presidente do Conselho Metropolitano de Lisboa, Carlos Humberto de Carvalho, primeiro-secretário metropolitano, e Carlos Dias Coelho, presidente da Faculdade de Arquitetura.

O plano de ação para a habitação da área metropolitana de Lisboa, que serve de pano de fundo à realização do evento, configura a resposta à oportunidade lançada pelo Plano de Recuperação e Resiliência, e contempla intervenções nos programas de apoio ao acesso à habitação, bolsa de alojamento urgente e temporário e habitação acessível, que capitalizam o processo reflexivo e estratégico que está a ser empreendido pelos municípios do seu território.

Vai ser materializado através de um investimento substancial na área metropolitana de Lisboa, mediante uma estratégia comum a todos os municípios.

Actualizado a 14/11/2022
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